09/12/2018

Wishlist | Josefinas

Sou aquela pessoa que vai suspirando por sapatos. Sapatos e casacos são os meus elementos preferidos no armário. Tudo o resto é confuso e difícil de coordenar para mim. 
Uma peça que é essencial e apesar de ainda ter umas pretas simples, consigo sempre destruir em pouco tempo, são sabrinas. Se pago pouco pela peça em lojas de fast fashion é normal que dois anos depois já não tenha essa peça. Então andei a pesquisar e lembrei-me de uma marca incrível que produz peças de qualidade e duradouras aqui no nosso belo Portugal. 
Josefinas! Sempre morri de amores pelas imagens mas nunca sonhei investir numa peça delas. Mas com um closet minimalista e sem gastar 30/40€ a cada dois meses em roupa que se desfaz, sobra capacidade de investimento para peças destas. 


Josefinas
Bege verão. Nunca tive umas sabrinas básicas e esta cor seria usada todos os dias sem dificuldade.




Josefinas
Misty Black. Este modelo é inspirado em ballet e ficaram lindas. Preto é uma cor que não pode faltar e eu adoro este modelo!! São lindas, delicadas e de qualidade portuguesa.

Seriam estes dois modelos que iriam expulsar qualquer compra futura de sabrinas. Portanto, Pai Natal, se quiseres dar um jeitinho calço o 37, podem ser as Misty black este ano e, o melhor de tudo, todos os modelos Josefinas estão com mega desconto nesta bela época natalícia! 

11/11/2018

Zero Waste | trocas na casa de banho

Ontem tive um jantar com amigos e fui amplamente questionada sobre o meu novo estilo de vida. Adorei as perguntas, as dúvidas, as partilhas das preocupações. Incitada a partilhar, vou contar por aqui as trocas essenciais que fiz na casa de banho para um estilo de vida mais sustentável. Menos plástico, produtos mais amigos do ambiente.

1. Produtos de duche
Três elementos básicos como champô, amaciador e gel de banho foram das trocas mais fáceis.
Deixei de comprar produtos de prateleira embalados em plástico, passo na Lush e trago champô e amaciador sólido, vegan e Cruelty-Free. Deixei de usar gel de banho e gel de mãos e tenho sabonetes. Entre Lush e Ach Brito, tenho sempre produtos óptimos e naturais que deixam a pele limpa e suave.

zerowaste

2. Escova e pasta dentífrica
Usei a minha última escova de plástico até às últimas e já tenho a minha escova de bambu há mais de um mês. Faz exatamente o mesmo trabalho e acho que está a durar um pouco mais que a de plástico. Quanto à pasta de dentes, a conversa tem sido diferente. Andamos a usar umas pastilhas da Lush que funcionam lindamente mas vêem numa embalagem de plástico (reciclada e reciclável). Quero muito comprar produtos naturais Georganics. São pastas de dentes Vegan e Cruelty-Free que vêm em frascos de vidro reciclável (ou melhor, reutilizável).

3. Menstruação
Algo naturalmente inerente a mulheres e que produz imenso desperdício. Entre tampões, pensos, as embalagens dos mesmos... é um horror de plástico e químicos que não só usamos no nosso corpo como enviamos para aterros. 
Alterei isso com algum receio de não me adaptar. Mas facilmente mudei para um copo menstrual da OrganiCup que comprei na loja #granel em Benfica. E tenho alguns pensos de algodão que estão como novos, mesmo após várias utilizações.

zerowaste

4. Cotonetes e discos desmaquilhantes
Existem coisas como cotonetes de bambu e algodão e discos de algodão. Foram trocas graduais e que compramos na loja #granel. 

5. Fio dentário
Sempre tive problemas de sensibilidade a usar fio dentário. E ele usa sempre sem falhas, todos os dias. Neste ponto fizemos duas substituições diferentes. Ele usa fio dentário de carvão de fibra de bambu e cera vegetal. Vem num tubinho de vidro e é mesmo giro. Já eu comprei uma máquina pequenina no Lidl que faz o mesmo que no dentista, água com pressão para limpar o espaço entre os dentes. Adoro! Não tenho sensibilidade e é super prático.

6. Papel higiénico
Sempre comprámos papel reciclado. No entanto, vêm embrulhados em plástico. Existem empresas óptimas que têm produtos embrulhados em papel mas comprar do estrangeiro derrota o propósito de diminuir poluição com o transporte. Mas viva a mudança e marcas portuguesas. E viva a Renova que leu os comentários da sua página e criou um produto numa questão de semanas. Papel reciclado sem químicos embrulhado em papel. Sim, pode ser um pouco mais caro, mas é menos produção de lixo.

Relativamente a produtos como maquilhagem, desmaquilhante, cremes de corpo ou óleos, ainda não fiz substituições. Tenho usado o que tenho e conforme for acabando os produtos terei que comprar alternativas. Preciso de soluções rápidas, como as que posso achar na Lush (os cremes de corpo cheiram lindamente) mas também algo mais básico e que possa produzir em casa. Acho que vou finalmente manter uma planta de aloe vera cá por casa.
Se tiverem dúvidas ou questões, força. É sempre bom haver espaço para o debate.

08/10/2018

Um estudo chamado: "Estou a tentar vender um espelho"

Arranjei um hobbie. E farto-me de rir a ver estas imagens. Portanto, vamos ver o caso número um, e o mais comum, mãozinhas marotas.











Outro momento hilariante. O pézinho malandro!




Um caso mais raro, mas verdadeiramente icónico.... a face do misterioso comerciante (por vezes disfarçado na flora).




01/10/2018

Solteira vs Casada

Começo com as conclusões finais. Pessoalmente não vejo diferenças. É isto, acabou o post.
Kidding. 
Fui solteira a vida toda até não o ser. Passei por boas relações e situações que nem podiam ser classificadas como relações. Entretanto conheci um rapaz na universidade. Começámos uma relação que foi durando e durando. Fomos viver juntos, percebemos o que funcionava como duas pessoas a partilhar um espaço comum, conhecemos melhor os nossos feitios e defeitos mas mais importante como lidar com tudo isso, a "relação". Fomos expondo a nossa individualidade ao construir a nossa identidade como casal.
Eu ajudo-o a ser mais optimista. Ele ajuda-me a ser menos preguiçosa. Eu abro a boca e despejo uma percentagem do meu mundo sonhador e ele sorri. Ele abre a boca e divaga sobre as ambições tecnológicas e programação e eu sorrio.
Acordamos, tomamos o pequeno almoço, vamos ao ginásio (ou não), seguimos para o trabalho. Tanto nos podemos ver o dia inteiro como só ao entrar ou sair da empresa. Ao final do dia, refilamos do trânsito, caminhamos até casa, fazemos piadas ou seguimos calados. Podemos ter algo combinado (juntos ou separados) ou apenas queremos derreter no sofá em frente a um filme.
Temos dias rotineiros e temos dias esquizofrénicos. Posso pegar num livro e só largar ao nascer do sol, ele pode pegar no portátil e programar o dia todo. Mantemos a nossa individualidade dentro da nossa relação.
Entretanto, casámos. Ele pediu, eu aceitei e decidimos fazer uma festa. Eu usei um sonho em forma de vestido de noiva, ele apareceu de azul como realeza. A nossa família e amigos estavam lá. Houve um mar de lágrimas e um oceano de sorrisos. Comemos, bebemos, rimos, dançámos. Foi uma celebração do amor.
E assim mudámos o estado civil adicionando simbólicas alianças. Porque de resto não mudou nada. Nem o cartão de cidadão é preciso actualizar.

Casada